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Saiba o que é mito e o que é verdade sobre a doença e previna-se

O câncer de mama atinge anualmente cerca de 50 mil mulheres no Brasil, segundo levantamento do Instituto Nacional do Câncer (Inca). O número de mortes chega a 10 mil e a principal causa é o diganóstico tardio. Para conscientizar a população sobre a necessidade da mamografia e chamar a atenção da mulher sobre a importância de cuidar dos seus seios, mostrando que ela não precisa ter vergonha disso, a Sociedade Brasileira de Mastologia lançou a campanha “Eu amo meus peitos” (www.euamomeuspeitos.com.br).

Para estimular o engajamento das mulheres, um hotsite publicará fotos de peitos produzidas por internautas anônimas. O foco é a autoestima feminina, já que os seios são símbolo da beleza e da sensualidade e, para manter esses atributos, é preciso “ter peito” e fazer exames regularmente. A médica Mônica Travassos, membro da Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM), explica um pouco mais sobre a doença e mostra o que é mito e o que é verdade.

A mamografia só é necessária a partir dos 40 anos.
Mito. A mamografia deve ser feita pela primeira vez aos 35 anos. Depois disso, deve ser retomada anualmente aos 40 anos. Se uma mulher jovem, independente da idade, perceber algum sintoma da doença, deve fazer o exame, não há nenhum problema. Mas a visualização da mamografia é melhor à medida em que a mama envelhece.

O autoexame deve ser feito uma vez por mês.
Verdadeiro. Deve ser feito por todas as mulheres após o início da vida sexual, sempre ao término da menstruação, no banho, com a mama ensaboada. Mas só é efetivo se acompanhado do mastologista, pois quando as mulheres notam alguma coisa é porque já está com tamanho avançado. O autoexame ajuda no diagnóstico, mas não combate a mortalidade. Se encontrar algum caroço, o médico deve ser procurado imediatamente.

O diagnóstico precoce aumenta as chances de cura.
Verdadeiro. O câncer é uma doença silenciosa, gradativa e indolor. Por isso, quanto antes for feito o diagnóstico, maiores as chances de cura, que chegam a 95%.

O nódulo da mama se desenvolve rapidamente.
Mito. A divisão celular é lenta e um nódulo demora em geral de 8 a 10 anos para crescer 1cm. Muitas vezes, quando o caroço é descoberto, ele já estava se desenvolvendo há muitos anos e pode até já ter sofrido metástase.

A grande maioria dos nódulos palpados são benignos.
Verdadeiro. Existem dois tipos de nódulos: os sísticos e os sólidos, que são a grande maioria. Dos sísticos, 99% costumam ser benignos. Dos sólidos, 70% benígnos e 30% malígnos.

Quando surge um tumor, a mama inteira deve ser retirada.
Mito. Cada caso é um caso. Em alguns, a mama precisa ser retirada totalmente, mas em outros é retirado apenas o tumor. Quanto mais precoce o diagnóstico, menor a mutilação. E hoje em dia, a prótese de silicone é colocada imediatamente após a retirada do tumor/seio. Isso não interfere no tratamento e ajuda a devolver a autoestima à mulher.

Menstruar muito cedo aumenta o risco de desenvolver a doença.
Verdadeiro. As mulheres com carga hormonal muito grande são mais propensas ao câncer de mama. Nesse grupo se enquadram, além das que menstruam cedo, as que entram tarde na menopausa, as que não tiveram filhos ou que tiveram com idade avançada.

O câncer de mama é o mais temido pela mulher brasileira, porque além dos danos físicos, tem efeitos psicológicos.
Verdadeiro. É uma doença que envolve aspectos não só de saúde, mas também sociais, familiares e estéticos. A mulher, ao descobrir um câncer, pensa automaticamente na perda da mama, do cabelo e do aumento de peso devido ao tratamento. Muitas vezes omitem a doença e não se tratam com medo do que pode acontecer. Precisamos parar de estigmatizar a doença como sinônimo de morte e nos conscientizarmos de que há grandes chances de cura.

 

Fonte: Corpo e Bem-estar no Bolsa de Mulher – http://bit.ly/O03mds

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