Categoria: Diabetes

Menos de 20% dos brasileiros com diabetes tipo 1 fazem tratamento

Pesquisa afirma que pacientes estão em níveis sociais baixos ou muito baixos Um levantamento apresentado dia 7 de Novembro durante o 30º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia aponta que menos de 20% dos brasileiros com diabetes tipo 1 fazem o tratamento de maneira adequada. Nesse tipo da doença, a produção de insulina no pâncreas é insuficiente. Por isso, os pacientes precisam de injeções diárias de insulina para conseguir manter a glicose em níveis normais. Participaram do estudo 3.591 voluntários de todas as regiões do país. Todos faziam o tratamento para diabetes tipo 1 pelo Sistema Único de Saúde e 70% desses pacientes...

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Nanotecnologia contra o diabetes

Autor:  Vinicius Carioca Nanotecnologia em prol do diabético  Liberado em doses nanométricas, biofármaco que regula a glicemia pode melhorar tratamento do diabetes. Pesquisadores da UFRJ que desenvolveram o composto aguardam apoio financeiro para testá-lo em humanos. Por: Carolina Drago Publicado em 26/04/2011 | Atualizado em 26/04/2011   Representação da molécula de amilina humana ao lado de nanopartículas do medicamento. O sistema nanométrico de liberação prolongada pode oferecer tratamento mais eficaz para diabéticos. (imagens: Luiz H. Guerreiro e Venício Feo) Um biofármaco produzido por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) pode potencializar o tratamento dos cerca de 250 milhões de diabéticos em todo o mundo. O tratamento é baseado na liberação prolongada de amilina, hormônio produzido pelo pâncreas que, junto com a insulina, ajuda a controlar as taxas de açúcar no sangue. Nos diabéticos, a produção de amilina é afetada da mesma forma que a de insulina e por isso o tratamento da doença deve incluir a reposição dos dois hormônios. Até agora, no entanto, não era possível desenvolver uma formulação para o seu uso terapêutico. O principal empecilho é o fato de a amilina humana ser insolúvel. Como explica o farmacêutico Luis Mauricio Lima, professor da UFRJ e coordenador da equipe que desenvolveu o biofármaco, a insolubilidade leva à agregação da proteína, o que impede o seu uso terapêutico. Essa agregação é um fenômeno que pode ocorrer...

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