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Pesquisa afirma que pacientes estão em níveis sociais baixos ou muito baixos

Um levantamento apresentado dia 7 de Novembro durante o 30º Congresso Brasileiro de Endocrinologia e Metabologia aponta que menos de 20% dos brasileiros com diabetes tipo 1 fazem o tratamento de maneira adequada. Nesse tipo da doença, a produção de insulina no pâncreas é insuficiente. Por isso, os pacientes precisam de injeções diárias de insulina para conseguir manter a glicose em níveis normais.

Participaram do estudo 3.591 voluntários de todas as regiões do país. Todos faziam o tratamento para diabetes tipo 1 pelo Sistema Único de Saúde e 70% desses pacientes estavam em níveis sociais baixos ou muito baixos. Segundo os pesquisadores, há um contingente importante de analfabetos funcionais, pessoas que não entendem a prescrição.

O estudo pode ser visto como um sinal de alerta para os médicos, principalmente com o crescente número de pessoas com diabetes no Brasil. Segundo dados do Ministério da Saúde divulgados no início deste ano, 5,6% dos brasileiros sofrem de diabetes. O índice era de 5,2% em 2006.

Mudanças que ajudam a conviver bem com o diabetes

Apesar de ser uma doença crônica, é possível conviver bem com o diabetes – basta que o paciente tenha hábitos saudáveis e siga corretamente as indicações médicas. A seguir, veja as mudanças que melhoram a vida de quem tem a doença.

Invista no cardápio certo

“Uma ingestão diária de 50 a 60% de carboidratos usualmente é suficiente, preferindo-se os carboidratos complexos – castanhas, nozes, grãos integrais – que serão absorvidos mais lentamente, evitando picos de glicemia”, diz o endocrinologista Josivan Lima, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia. Quem tem diabetes também podem sofrer de baixas de glicose no sangue, a hipoglicemia. Quinze minutos após ingerir algum alimento açucarado, cheque se a quantidade de glicose no seu sangue está normal.

Diga não ao sedentarismo

A atividade física é essencial no tratamento do diabetes para manter os níveis de açúcar no sangue controlados e afastar os riscos de ganho de peso. “A prática de exercícios deve ser realizadas de três a cinco vezes na semana”, diz o endocrinologista Josivan. Os pacientes devem privilegiar atividades físicas leves, pois quando o gasto calórico é maior do que a reposição de nutrientes após o treino pode haver a hipoglicemia. É importante saber como está o controle glicêmico antes do início da atividade física para então escolher o melhor alimento.

Adapte-se às aplicações de insulina

A maioria dos pacientes com diabetes do tipo 1, que precisam aplicar insulina com maior frequência, usa canetas próprias para esta função, que causam menos desconforto, pois têm agulhas menores e com material mais flexível, de silicone. “Além disso, é possível usar bombas de insulina por meio de um cateter, que é implantado no tecido subcutâneo do paciente injetando doses menores de insulina ao longo do dia, evitando os picos que podem causar hipoglicemia”, afirma o endocrinologista Josivan.

Maneire no consumo de bebidas alcoólicas

O consumo de álcool não é proibido, mas deve ser moderado e nunca de barriga vazia, pois o consumo isolado pode causar hipoglicemia, pois o álcool tende a reduzir as taxas glicêmicas. O que pode causar enjoo, tremores pelo corpo, fome excessiva, irritação e dores de cabeça. Também é importante fazer o monitoramento de glicemia antes e depois de consumir bebidas alcoólicas.

Controle o estresse

Pessoas com diabetes têm maiores chances de ter ansiedade e depressão. Os pacientes podem sentir uma sensação de ansiedade em relação ao controle da hipoglicemia, da aplicação de insulina, ou com o ganho de peso. “Os pacientes com a doença, que ficam ansiosos e estressados, tendem a ter menos cuidado com os níveis de açúcar no sangue, o que aumenta o risco de complicações”, diz Josivan Lima.

Fonte: Saúde no Minha Vida – http://bit.ly/QDVxkX

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