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Saiba tudo sobre Pele Artificial Humana e a baixa oferta de epiderme.

 

O tratamento de queimaduras, escaras (feridas que acometem pessoas em coma e cadeirantes), lesões diabéticas e de algumas sérias doenças de pele precisa usar enxerto para alcançar a cura. A pele usada no procedimento geralmente é conseguida por meio da doação de órgãos, mas esse é um dos tecidos mais escassos nos bancos de doações.

 

O Brasil conta com apenas três bancos: um em São Paulo, outro em Porto Alegre e, o mais novo, em Recife. Mas segundo a Organização Mundial de Saúde, o recomendado é que cada município com mais de 500 mil habitantes tenha um banco de pele.

 

Devido à baixa oferta de epiderme, a medicina começou a estudar maneiras alternativas para criar pele artificial.
Atualmente já existem várias técnicas que usam diferentes origens para criar o tecido artificial.

 

Cientistas da Universidade de Granada, na Espanha, criaram tecido humano artificial a partir da fibrina-agarose, material de origem biológica, por meio da técnica de engenharia de tecidos. A pele foi testada em ratos e mostrou ótimos resultados, permitindo assim que futuramente a inovação possa ser usada em pacientes humanos.

 

No Brasil, a química Joana D’Arc Félix de Sousa e seus alunos do curso técnico em curtimento (tratamento de pele de bois e porcos para a fabricação de couro) da Escola Técnica Estadual (Etec) de Franca/SP realizaram uma pesquisa que usa a pele de porco para produzir pele artificial. O experimento deu certo, já que, a pele suína é muito semelhante com a humana, e a pele artificial já está sendo usada em enxertos temporários. Para que ela possa ser usada também em enxertos definitivos sem causar rejeição, testes estão sendo feito com a derme do porco, camada que fica abaixo da epiderme do animal.

 

Outra alternativa criada no Brasil é uma biomembrana à base de látex vegetal que tem textura e aparência muito parecidas com a pele natural, elástica e semitransparente, quando aplicado no ferimento estimula a produção de novos vasos sanguíneos, aumentando a irrigação na área e regenerando mais rapidamente a ferida.

 

Esses são alguns exemplos de como a biomedicina está ajudando a buscar alternativas para substituir a pele de bancos de doação. Alguns deles ainda estão em fase de teste, enquanto outros já são utilizados em pacientes e vem garantindo ótimos resultados.

 

 

 

 

Fonte da Imagem: http://veja0.abrilm.com.br/assets/images/2013/9/171395/pele-artificial-20130902-size-598.jpg?1378151809

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