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Durante muito tempo as magrinhas ditaram o padrão de beleza feminino. Agora as plus size estão em alta e a pressão para reduzir o manequim parece perder espaço. Porém, fica a dúvida: será que dá para manter a saúde estando acima do peso?

Segundo a doutora em endocrinologia pela UFRJ Mônica Cabral, ser gordinha não é sinônimo de doença. “Normalmente, a obesidade é um fator genético. Mesmo com alguns quilos a mais, a pessoa pode ter um bom colesterol, baixas taxas de glicose e não ter problemas de hipertensão”, explica.

Exemplo disso é a Miss Brasil Plus Size 2011, Cléo Fernandes. Ela conta que se cuida bastante para estar com o corpo em dia. “Adoro frutas, salada, sucos e bebo muita água. Também fujo dos fast food. Procuro ser ativa, fazer caminhadas, dançar. Mantenho o peso porque eu como bastante, mas sempre coisas saudáveis”, garante.

Os hábitos de Cléo são justamente o que a endocrinologista recomenda para ter uma boa saúde sendo plus size. “Oriento essas meninas a fazer avaliações médicas periódicas, porque, a longo prazo, a obesidade pode gerar problemas como hipertensão, diabetes e dores nas articulações. É importante praticar atividades físicas e comer muitas frutas e legumes. Vale ressaltar que pessoas magras também devem ter esse cuidado, não é só o peso que determina a saúde, mas o conjunto de hábitos que as pessoas têm”, ensina.

Contudo, deve haver cautela quanto à supervalorização de um modelo mais cheinho. “Mostrar que não precisa ser magra para ser bonita é muito interessante, mas estimular alguém a engordar muito só para conseguir um trabalho como modelo pode gerar transtornos alimentares, assim como a cobrança pela magreza induz a anorexia”, alerta a endocrinologista.

Fonte: Bolsa de Mulher – http://bit.ly/xH98oD 

 

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